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Tags: Medicina

Satisfação & Experiência do Paciente

A cirurgia plástica é uma das especialidades da medicina mais completas e complexas, atendo recém-nascidos, jovens, adultos e idosos, homens e mulheres, realizo tratamentos cirúrgicos e clínicos, cirurgias minimamente invasivas e extensas reconstruções. Desde 2005, felizmente venho construindo uma história seguindo o conceito de proporcionar uma cirurgia plástica de qualidade, tendo exclusivamente o paciente como foco.

Ao longo dos anos sempre busquei a excelência em todas as fases dos tratamentos, desde o agendamento da consulta até o dia da alta após a recuperação completa do tratamento proposto. Sempre acreditei, que assim como na medicina, os conhecimentos são a base das transformações e mudança de conceito e como consequência a criação de novas realidades. Assim, busquei formação fora da área médica para poder desenvolver pessoalmente, todos os outros complexos itens do dia a dia de uma clinica de cirurgia plástica. Tópico por tópico, detalhe por detalhe, analisei e junto com a minha equipe apliquei os atuais conhecimentos de gestão para resultados com o objetivo de transformar cada item que faz parte de um atendimento.

De forma progressiva, consegui chegar ao ponto de poder oferecer aos meus pacientes não uma cirurgia plástica ou um tratamento, disponibilizo uma experiência completa. Todas as fases foram estudadas e existem por um único motivo, a satisfação dos meus pacientes.

Seguimos construindo essa estrada tendo o paciente como foco e a qualidade como compromisso.

Agendou uma consulta? Faça a sua parte!

Existem diferentes pontos durante um tratamento realizado pelo cirurgião plástico que dependem exclusivamente de você. Vou descrever os dois principais que são abordados na consulta médica.

O primeiro item é a sua percepção das anormalidades ou queixas que fizeram você buscar um cirurgião plástico, sendo extremamente pessoais. Nesse momento o futuro candidato ao tratamento pode ser classificado em três diferentes grupos, aqueles que apresentam uma percepção realista da situação, outros podem referir anormalidades maiores que a realidade e o último grupo que pode estar relatando queixas mais leves do que realmente são. Cabe ao cirurgião, após realizar o exame físico, avalizar a sua percepção leiga ou então trazer você para a realidade da sua situação.

O segundo ponto é o seu desejo de resultado. Na maior das vezes estão dentro de um limite de normalidade, porem em alguns os desejos são irreais. Aqueles pacientes que estão cientes e buscam um procedimento de forma realista podem seguir o caminho em direção ao tratamento. Já o grupo em que os desejos são equivocados, o profissional deve orientar e em conjunto chegar a um consenso, caso contrario o tratamento deve ser evitado.

Lembre também de informar doenças atuais e do passado, medicações em uso, alergias, cirurgias prévias, gestações, tabagismo, consumo de drogas e atividade física.

Com esse conjunto de dados, o cirurgião plástico irá utilizar o conhecimento, experiência e habilidade acumulados para levar você da situação atual até o objetivo do tratamento.

Conheça a medicina do século 21!

A tecnologia da comunicação sempre esteve a favor da saúde. Quem ainda se lembra do bipe, por exemplo, vai recordar também como os “doutores” foram os primeiros a terem esses aparelhinhos trabalhando a seu favor, recebendo mensagens sobre emergências e plantões. Depois, com a chegada dos celulares, logo os pacientes com problemas mais graves puderam ligar para seu médico em situações de emergência. Além disso, se alguém passar mal na rua, várias pessoas têm como chamar por socorro imediato. Mas o mundo hoje está em constante evolução, principalmente ao lidar com os aparatos eletrônicos. Portanto, celulares, tablets e muitas outras inovações têm tudo a ver com saúde e há muito por vir.

Essa relação se dá justamente devido à mobilidade, o que será muito útil para o futuro, já prevê a empresa de consultoria Ernst & Young. De acordo com uma pesquisa encomendada a eles, grande parte da assistência médica daqui a alguns anos será feita no chamado “terceiro lugar”, ou seja, a casa do paciente ou qualquer local em que ele esteja (o primeiro e o segundo são os hospitais e consultórios). “Os meios para isso já existem, o que discutimos são os padrões de monitoração e qualidade de atendimento”, fala Chao Lung Wen, chefe da disciplina de Telemedicina da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e coordenador desse mesmo setor no Hospital das Clínicas (SP).

A tendência é que as inovações na medicina se voltem à prevenção e diagnóstico. “No futuro, não existirão medicamentos inovadores e, já hoje em dia, eles já estão mais raros”, explica Walban Damasceno de Souza, diretor de assuntos corporativos da BD Brasil, empresa especializada na fabricação de aparelhos de saúde.

 Aplicativos aplicados

Os pacientes que mais se beneficiarão com a mobile health são os portadores de doenças crônicas. “Haverá acompanhamento em tempo real de diabéticos e hipertensos”, diz Luiz Vicente Rizzo, diretor do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (SP). Nesse campo, destacam-se o uso dos “apps” para celulares. “Neles, pode-se montar um cardápio, ver receitas, administrar dados de pressão, agendar consultas e exames, programar lembretes ao longo do dia, enfim, há uma infinidade de situações e possibilidades”, fala o endocrinologista Márcio Krakauer (SP). Há também a criação de gadgets que se conectam a esses dispositivos, amplificando essas funções e possibilitando medições. As melhoras nesse aspecto trarão interações maiores, como aponta Wen, ainda mais com a chegada do 4G, que terá melhor velocidade e capacidade de enviar dados de alta performance, ensina o especialista.

Jogos na telona

Mas os aparelhos menores não têm exclusividade quando o assunto é saúde interativa. O sensor de movimento, presente na nova SmartTV da Samsung e nos videogames Wii (Nintendo) e Xbox-Kinect (Microsoft), também será de grande auxílio nessa área. “Isso pode ser conectado a uma rede que permite acompanhar atividade física em casa, pois consegue registrar a exata movimentação e se ela está sendo feita corretamente”, prevê Wen. E o reconhecimento de gestos e a câmera podem monitorar pacientes de risco, verificando a ocorrência de quedas, etc.

E não só os consoles serão importantes, como os jogos, que têm potencial para ajudar as pessoas na adoção de novos hábitos. Já existe um para crianças com diabetes tipo 1, que são dependentes de insulina. “O jogador vai ganhando pontos se suas glicemias estão normais, e o aparelho é acoplado a um monitor desta taxa”, descreve Krakauer. Além disso, eles já estão sendo utilizados no tratamento de questões emocionais, seja resgatando indivíduos de estados de depressão e ansiedade ou preparando-os para possíveis situações-problema, simulando-as e impedindo que desencadeiem reações de pânico quando ocorrerem na vida, por exemplo. “Isso conceitualmente funciona, mas ainda não é comprovado”, alerta Wen.

Contêineres de saúde

Mais uma vantagem dessas tecnologias móveis é sua abrangência: elas podem chegar a lugares bem distantes, o que é muito comum no interior do Brasil. “Serão a solução para as regiões remotas, onde não há acesso a laboratórios e médicos, o deslocamento fica complicado e superlota o sistema de saúde dos grandes centros”, esclarece Souza.

Há também o conceito de “contêineres de saúde”, unidades específicas com várias especialidades, que podem ser transportadas por estrada, trens, helicópteros e embarcações para zonas de devastação ou isoladas, e mesmo grandes eventos. Dependendo da finalidade, uma combinação diferente. “Há como unir um de laboratório clínico, um de sistemas de imagem, um com pequeno ambiente cirúrgico e um de gerador de energia, e fazer uma campanha de prevenção em lugares longínquos”, explica Wen. Assim, é possível criar atendimento em diversas regiões, atendendo cada uma de suas necessidades.

A comunicação dos smartphones e tablets permite que os médicos se mudem para esses locais sem correr o risco de ficarem desatualizados. Com a internet nesses meios, os profissionais têm acesso aos bancos de dados das instituições e aos estudos mais importantes. Distância não será o problema.

 Ao vivo é melhor

Porém, nem toda a informação advinda das novas tecnologias é verdadeira, tanto na busca na internet quanto na procedência do aplicativo, por exemplo. Normalmente, os leigos são mais propensos a acreditarem em conteúdos errados. “Esses serviços serão confiáveis se ofertados por instituições de qualidade. Mas é preciso a criação de mecanismos que homologuem ou certifiquem locais que fazem trabalhos bons também”, acredita Wen. E é importante frisar que essas tecnologias são um complemento ao atendimento ao vivo. “Sem a consulta e o exame pessoal não existe a parte mais importante na relação médico-paciente, apenas uma coleção de dados clínicos e de medicina diagnóstica que representam uma parcela do problema”, salienta Rizzo.

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